quinta-feira, 28 de maio de 2015

emprestado do The Guardian: cartões de biblioteca originais




Encontrei há pouco no The Guardian (one of my faves') este artigo fantástico sobre cartões de biblioteca:

http://www.theguardian.com/books/2015/may/27/library-cards-around-the-world-in-pictures


Há cartões bem giros.
E por cá, conhecem algum cartão de biblioteca que valha a pena partilhar?





A viagem literária: dia 2 em Viseu

Pessoal de Viseu, no dia 2 aí na vossa terra:



Mais informações no site da Porto Editora.

espécie de crítica: Volta ao Mundo em 80 dias

Bom dia a todos!

Hoje trago-vos uma escolha que pode ser estranha para alguns. Não é um livro recente, a edição também não é nova. Não trata de nenhum tema premente nem é particularmente atual. Aliás, é tudo menos atual.

Nas últimas semanas andei a ler... A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne :-)

Sim, é verdade, escapei 30 anos sem ler este clássico. Quando era novinha achava Júlio Verne aborrecido (na realidade acho que nunca tentei a sério) e acabei por nunca lhe pegar.

No início deste mês fui ao casamento de uns amigos e eles ofereceram este livro como lembrança a todos os convidados (o que adorei). 
Incentivada por este gesto, decidi dar uma chance ao Júlio Verne e não me arrependi.




Para além de ter lido um livro fantástico, ainda pude refletir sobre a forma como o mundo se tem vindo a modificar nos últimos anos.  O que mais me chocou foi a forma como a população da Índia. Salvo erro, na altura em que a viagem se passa, a população anda pelos 180 milhões. E já na altura a personagem Passepartout achava que era muita gente. 

Adorei o livro, mesmo com um final bastante "americanizado" para os nossos padrões literários atuais.
Recomendo a toda a gente, de todas as idades (acima dos 11 ou 12 anos).

Espero que gostem também.



terça-feira, 14 de abril de 2015

espécie de crítica da semana: As Mulheres do Meu Pai, José Eduardo Agualusa


Andei a ler durante umas semanas As Mulheres do Meu Pai, de José Eduardo Agualusa.


Foi uma estreia para mim: nunca tinha lido nada de Agualusa e nunca tinha lido nenhum livro de um autor Angolano.
As minhas incursões pela literatura africana tinham-se ficado pelo fantástico Mia Couto, moçambicano. 

Resumidamente: o livro fala da história de Faustino Manso, um compositor angolano que deixa ao morrer 7 viuvas e 18 filhos. 
Não é um livro fáci de ler, pois é composto por fragmentos da história vistos/relatados por várias personagens ao longo de uma longa viagem feita pela filha caçula de Faustino em busca das origens do pai. Mas vale a pena.


Gostei muito. Para além de ter um estilo interessante, é muito real. Gostei a forma como relata Angola e as pessoas. Gostei de ver um livro que fala de África sem rebicoques. Confesso que o livro me poderá ter marcado ainda mais por, durante a sua leitura, ter perdido o meu avô, que viveu em Angola em asilo durante 12 anos, nos anos 50 e 60. Acabei por saber um pouco mais do sítio onde viveu, mesmo sendo a história passada numa zona de Angola bem longínqua de onde a minha família viveu. 

Recomendo a: Quem gosta de escritores africanos; Leitores exigentes; quem gosta de literatura de viagem. 


terça-feira, 7 de abril de 2015

A festa do livro da fnac está aí...

Podem encontra-la neste link: http://www.fnac.pt/livros/Toda-a-Festa-do-Livro/s547628



Queria fazer um post sobre as melhores pechinchas a adquirir e estava até preparada para comprar mais uma catrefada de livros. Mas não há nada de jeito.
Há algumas obras interessantes mas nenhum dos livros à venda é pechincha. De qualquer maneira fica a dica. Se encontrarem alguma coisa de interesse, avisem. 


Boa semana!